covidegeresTravessia Covide a Caldas do Gerês

  • Travessia entre Covide e Caldas do Gerês, um trilho digno de reis
  • O parque nacional Peneda-Gerês é o local perfeito para passar um dia de sábado ativo, húmido, frio e quente. Em poucas horas percorremos as quatros estações. Com os amigos ou na companhia de novos amigos, tudo isto faz bem ao corpo e a alma. Andar é o comportamento mais básico do ser humano e contrariando o velho ditado “parar é morrer” partimos para mais uma aventura. Apelidada por muitos como a jóia do norte, buscamos nas suas entranhas o conhecimento e a felicidade nas pequenas coisas. O Gerês sempre simbolizou a harmonia entre o Homem e a natureza, numa partilha permanente de atividades e sentimentos, das gentes aliada à Natureza das inóspitas montanhas de granito moldadas pelo tempo. As águas correm cristalinas pelos ribeiros e o ar puro envolve a grande diversidade da fauna e da flora proporcionando um movimento contínuo de calma e prazer. ANDAR a pé faz bem, em todos os sentidos: físico, emocional e cultural. Partimos a descoberta desse amontoado de pedras que faz parte do trilho da cidade da Calcedónia.

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2rios2mosteiroPR2 - Dois Rios, Dois Mosteiros

  • Na narrativa deste trilho, as personagens do enredo são os caminheiros, personificados por flores com fragrâncias intensas que desabrocham na imensidão da natureza e se misturam em jardins onde predominam o jasmim, a glicínia e outras plantas que nem sei o nome. A luz, que ilumina este palco, dá o seu brilho emprestado pelo sol e converte em vida este jardim, e toda a mãe natureza. Este jardim convida a reflexão e aos momentos de convívio.
  • A luz pálida é refletida nos espelhos de água, e a paisagem convida o nosso olhar, e podemos admira-la e enaltece-la com poesia e lamenta-la com melancolia e admirar a maravilha deste planeta que o ferimos todos os dias. O perfume das flores é ilusório e passageiro. A cor é irrelevante até a mais incendiarias tonalidades de vermelho e laranja se transformam em tons pálidos pela ausência da luz.
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draveTravessia de Drave, Regoufe a Covelo do Paivô

  • A luz inunda o meu quarto, arranca-me do sono profundo. Tudo está em silêncio, apenas os finos raios de luz que penetram pelas frinchas dos estores brincam na minha face e desenham pontos geométricos de luz. Estou muito confortável e quente na cama, e lentamente desperto antes do irritante toque do despertador. Espreito pela janela e o ar fresco da manha, que inspiro renova-me o sangue e enche-me de esperança para um novo dia que começa, apesar de estar uma manhã nebulosa de março. Passou apenas dois dias desde o início da primavera e o céu continua com tonalidades de cinza, e a decisão é difícil para os incrédulos, que o azul possa surgir.
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 bomsucessoCaminhos do Bom Sucesso

  • As luzes do universo já tinham cruzado a linha do horizonte e o silêncio abandonava a muralha negra formada pela noite, lentamente os tímidos raios madrugadores, anunciavam um novo dia e despertava os nossos sentidos adormecidos, e o sol aquecia o sangue destes humanos desesperados por uma caminhada.
  • Tinha passado já algum tempo desde a última caminhada. Os corpos sedentos de ação, aguardavam que a porta do autocarro se abrisse para se aconchegarem no calor que este proporcionava. Lá fora o vento gélido soprava deixando as carnes frias e doridas, desta forma era um bom convite a entrar. Ainda longe dos odores primaveris, fica para a história que no dia 23 de fevereiro de 2013, os termómetros registavam temperaturas muito próximas de zero graus. Cachecol, gorro e luvas são acessórios quase obrigatórios, sobretudo de manhã e à noite, já que o País está a viver os dias mais frios deste ano, tendo também o vento como inimigo. O vento é, aliás, o principal culpado pela sensação de frio. É preciso ter coragem para abandonar o calor e o aconchego de uma cama para partir rumo ao desconhecido, por terras de Mangualde. Mas, a força de vencer é mais forte que o desejo de ficar e deste modo demos inicio a mais uma aventura sob a alçada do ANDAR.

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  • Andar, já na Web
  • O projecto Andar pretende organizar actividades na área do pedestrianismo, btt, manobras de cordas entre outras, mas também divulgar as mesmas, num meio global como é a Web, e por esta via, todos os participantes estarem ao alcance de um clic da informação e fotos das actividades, de artigos sobre as modalidades desenvolvidas e concelhos úteis sobre as mesmas. Poderá a partir de aqui, ainda, ligar-se a outras paginas de interesse nas áreas desenvolvidas no projecto.
  • Foi com este intuito que nasceu o sitio www.andar.cc, dando mais sentido a frase "Julgo ter chegado a hora de ANDAR mais largo, para mais pessoas,...".
  • Paulo Costa o promotor do projecto, autodidacta por defeito, mais uma vez aventurou-se, desta feita, no mundo das redes informáticas globais.

 

  • Nasceu e já anda
  • Ainda agora nasceu e já anda. Numa sessão cultural sobre o fabrico artesanal de pão de Ul, foi apresentado publicamente o projecto andar.
  • Projecto com longa gestação, mas de parto sem percalços, viu a luz do dia, a meio da tarde do dia 16 de setembro, junto aos fornos de lenha onde cozia as maravilhosas padas de pão de Ul. Tal como este agradavel pão, pretende o Andar organizar actividades na área do pedestrianismo, marcha de montanha e BTT, que sejam do agrado dos participantes. Muito embora o projecto só agora tenha nascido o seu responsável máximo e companheiros de marchas e pedaladas, já andam há muito tempo nestas coisas. Foi também apresentado um programa para todos os meses do ano até Outubro de 2007, sendo excepção os meses de Dezembro e de Agosto, por razões obvias.
  • Na apresentação foram abertas as inscrições para a caminha a realizar no proximo dia 30 de Setembro de 2006, designada de "Trilho das Vindimas" e que percorrerá os vinhedos entre Alijo e a Vila do Pinhão em pleno coração duriense. Alguns minutos depois estavam tomados todos os lugares do autocarro (mais de 50 lugares). Sem duvida o projeto já anda.

 

Via Ferrata

  • As “Vias Ferratas” são uma forma mais simples de escalar montanhas, tornando as vertentes verticais das rochas mais acessível a um publico mais alargado, mas nem por isso menos exigente em termos de segurança e de conhecimentos técnicos de progressão neste tipo de actividade de montanha. Nascidas em Itália no seio militar, com o final da guerra passou lentamente a ser utilizada de forma aventureira e desportiva pelos menos dotados fisicamente, como forma de alcançar os cumes e vertentes mais inclinadas, por exemplo dos Dolomitas. Um pouco por todo mundo, onde há montanhas, foram se construindo vias equipadas por peças metálicas auxiliares da ascensão e dotando as mesmas com equipamentos de segurança. Em Portugal, até há bem pouco tempo só existia uma pequena via ferrata, com uma dificuldade muito baixa, na Povoa do Lanhoso. Actualmente com esta via ferrata na Serra do Morodal, em Oleiros, passamos a dispor de uma via com uma dificuldade média baixa, com uma diversidade de passagens em ascensão, descensão e lateral, com auxiliares em ferro, mistos ou somente em rocha, o que na minha opinião é muito bom para aprendizagem e diversão.
  • O nosso primeiro contacto com as vias ferratas foi nos Pirenéus, em Espanha. Agora temos a possibilidade de mais perto poder usufruir deste tipo de equipamento. Foi com esta intenção e a de percorrer parte do percurso Internacional dos Apalaches, que (Paulo C., Isabel, Paulo J., Madalena, António e Célia) nós deslocamos a Oleiros. Foi como se costuma dizer “um fim de semana em grande”. Venha outro igual.
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