Meo UrbaneTrail Porto

  • O Andar esteve presente com um grupo grande de elementos, Alice Regalado, Adelaide Santos, Teresa Pereira, Olimpia Fernandes, Ana Vieira, José Simões, Paulo Costa, Isabel Costa, Susana Costa, Rui Bastos, Agostinho Santos, Deolinda, Maria Bastos, António Oliveira, Célia Oliveira, Sofia Valente, Clelia Silva, Eulália Nunes e José Manuel, numa caminhada nocturna na cidade do Porto integrada no Meo Urbanetrail Porto.
  • Uma caminhada diferente do habitual, que nos levou a conhecer alguns locais e recantos históricos e paisagísticos, por entre ruas e ruelas, escada e interior de alguns edifícios da cidade, num ambiente nocturno a luz dos candeeiros públicos, onde uma moldura humana de um milhar de pessoas deram uma vida diferente a cidade.

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Inauguração Equipamentos de Apoio Geositios Freita

  • Alguns elementos do Grupo Andar (Agostinho Santos, Alexandre Coelho, João Senos, Paulo Costa, e Rui Bastos) participaram em mais uma inauguração de equipamentos de promoção de diversos geositios, na área do geoparque, promovida pelo município de Arouca, no passado dia 25 de Julho de 2015.
  • Foi uma oportunidade para revermos locais conhecidos e outros nem tanto, bem como para contactarmos com elementos do edil municipal de Arouca e apresentarmos o nosso ponto de vista, na óptica do utilizador / fruidor destas e de outras infra-estruturas que o município tem e pretende por ao dispor das populações e visitantes deste magnífico território.
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Roteiro Literário Ferreira de Castro

  • No passado dia 23/05/2015, fomos convidados a percorrer o “Roteiro Literário Ferreira de Castro”, roteiro este situado na sua terra natal Ossela. Um percurso que nos leva numa viagem literária e física pelos caminhos e lugares que o escritor Ferreira de Castro percorreu na sua infância e mais tarde eternizou com imensas passagens nos mais diversos livros por si escritos.
  • Nesta viagem com dois ou três punhados de participantes, podemos (Agostinho Santos, Alexandre Coelho, António Oliveira, Célia Oliveira, Paulo Costa e Rui Bastos) viajar desde a casa de nascimento do escritor, até ao vale do Rio Caima, onde muitas vezes tomou banho, passando pela escola onde aprendeu as primeiras letras, e através da transcrição de excertos das suas obras, viajamos até terras distantes.
  • Este percurso por certo um dia será percorrido pelo grupo ANDAR, num dos percursos integrados no seu programa anual.
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Rota dos Túneis e das Pontes

    • rotatuneisCerca de um ano depois voltamos a efetuar a Rota dos Túneis. Desta feita não era já só o Agostinho Santos e Paulo Costa, mas uma equipa maior com Clelia, Carina, Isabel Costa e Rui Bastos. Rota dos Túneis porquê, se o que mais impressiona são as pontes e as paisagens deslumbrantes!
    • Optamos por efetuar o percurso no sentido de Espanha para Portugal, começando a caminhada na estação de La Fregenada e terminando em Barca d’Alva, percorrendo cerca de 19km de ferro via por entre 20 túneis e outras tantas pontes, sendo que é nesta contagem que as opiniões se dividem, pois há quem só conte as grandes pontes e a ser assim são 13 as pontes. Confesso que é indiferente pois a partir de uma dada altura a contagem perde-se e somente os azulejos a entrada e saída dos túneis nos vão recordando a contagem destes.
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Rota Moinhos e Levadas

  • Rota dos Moinhos e Levadas, percurso recentemente inaugurado pelo município de Oliveira de Frades, foi o escolhido para efectuarmos no dia 04 de Abril de 2015. Dia primaveril e solarengo, reunimos um pequeno grupo constituído pelo Agostinho Santos, Carlos Pinto, Clelia Silva, Paulo Costa, Paulo Silva, Rui Bastos e Vitor (darasola), e colocamos os pés ao caminho. Este percurso é de “… uma beleza que já não via há algum tempo e deixou-nos maravilhados com a riqueza verdejante da vegetação, ao que se somou várias linhas de água que atravessamos por pontes de pedra e pontes de madeira improvisadas, quase num cenário à Indiana Jones.
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    • A Linha Também é Tua
  • Sobe o tema “A linha também é Tua”, vários elemento do Andar participaram num evento de geocaching que pretendia dar a conhecer a linha do Tua. Linha de comboio desactivada há já alguns anos e que por força da construção da barragem no rio Tua já próximo da foz, ira submergir grande parte do traçado da linha, no magnífico vale do Tua.
  • A jornada começou na véspera, com os elementos (Agostinho Santos, Carlos Pinto, Clelia Silva, Paulo Costa, Rui Bastos e Vasco Amorim) a efectuar a viagem até Carrazeda de Ansiães, onde pernoitaram num centro Escutista, para que no dia 22 de Março de 2015, bem cedo se inicia-se a marcha desde a Estação de Brunhedo até Fiolhal aldeia bem próximo da Foz do Tua, numa extensão aproximada de 20km, sendo que o ultimo quilómetro é uma subida longa e com bastante inclinação, para sairmos do vale dada a impossibilidade de passar na barragem.
  • Esta foi mais uma aventura nas antigas linhas do caminho de ferro desactivadas em Portugal, e invariavelmente situadas em locais de grande beleza como foi o caso de hoje.
  • Ao longo de todo o percurso transportei um pequeno pedaço de carril, que por curiosidade coloquei pendurado na mochila. No final serviu como “troféu” e símbolo das várias caminhadas que já efectuei pelas linhas do comboio de Portugal.

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Calçada de Alpajares

  • A antiga escola primária de Poiares, no concelho de Freixo de Espada à Cinta, foi no passado dia 01 de Março de 2015, transformada num centro interpretativo da Calçada de Alpajares, um caminho medieval, descrito como “Belo Horrível” pelo escritor Guerra Junqueiro.
  • A recuperação e transformação do edifício esteve a cargo do Museu do Douro (MD) e da Câmara de Freixo de Espada à Cinta.
  • “Três Olhares sobre Alpajares” é o nome da exposição de abertura mostra a beleza do território que, “independentemente da sua localização cronológica, é um caminho completamente deslumbrante” e que é mostrado ao público pelas objectivas dos fotógrafos Egídio Santos, João Pedro Souto Mayor e Luís Ferreira Alves, explica Fernando Seara.

  • Oitocentos metros em lages de xisto e de quartzitos
  • Estruturada ao longo de cerca de oitocentos metros em lages de xisto e de quartzitos, a “Calçada de Alpajares” ou do “Diabo” ou "Calçada dos Mouros", como será mais conhecida localmente, integrava a via romana de carácter secundário que atravessava o rio Douro, subindo em ziguezague desde a ponte sobre a Ribeira do Mosteiro entre os penhascos que caracterizam aquela zona do Parque Natural do Douro Internacional e do Alto Douro Vinhateiro.
    A “Calçada de Alpajares” está classificada como imóvel de interesse público desde 1977.
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  • Após a inauguração do Centro Interpretativo da Calçada de Alpajares e da exposição, seguiu-se uma caminhada até e pela Calçada de Alpajares. Foi um cenário belíssimo que os elementos do Grupo ANDAR (Agostinho Santos, Alexandre Coelho, Carlos Teixeira, Clelia Silva,Helena Coelho, Isabel Costa, Paulo Costa, Rui Bastos e Vitor) puderam ver e apreciar. No final do percurso o Municipio de Freixo de Espada à Cinta ainda proporcionou um saboroso repasto bem regado, ali mesmo no meio da natureza.

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