Via Ferrata

  • As “Vias Ferratas” são uma forma mais simples de escalar montanhas, tornando as vertentes verticais das rochas mais acessível a um publico mais alargado, mas nem por isso menos exigente em termos de segurança e de conhecimentos técnicos de progressão neste tipo de actividade de montanha. Nascidas em Itália no seio militar, com o final da guerra passou lentamente a ser utilizada de forma aventureira e desportiva pelos menos dotados fisicamente, como forma de alcançar os cumes e vertentes mais inclinadas, por exemplo dos Dolomitas. Um pouco por todo mundo, onde há montanhas, foram se construindo vias equipadas por peças metálicas auxiliares da ascensão e dotando as mesmas com equipamentos de segurança. Em Portugal, até há bem pouco tempo só existia uma pequena via ferrata, com uma dificuldade muito baixa, na Povoa do Lanhoso. Actualmente com esta via ferrata na Serra do Morodal, em Oleiros, passamos a dispor de uma via com uma dificuldade média baixa, com uma diversidade de passagens em ascensão, descensão e lateral, com auxiliares em ferro, mistos ou somente em rocha, o que na minha opinião é muito bom para aprendizagem e diversão.
  • O nosso primeiro contacto com as vias ferratas foi nos Pirenéus, em Espanha. Agora temos a possibilidade de mais perto poder usufruir deste tipo de equipamento. Foi com esta intenção e a de percorrer parte do percurso Internacional dos Apalaches, que (Paulo C., Isabel, Paulo J., Madalena, António e Célia) nós deslocamos a Oleiros. Foi como se costuma dizer “um fim de semana em grande”. Venha outro igual.
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  • PR Burgo, Arouca
  • Logo a seguir ao Natal, tem se vindo a consolidar o desejo de “desmoer” as rabanadas. Assim o dia 26 de Dezembro ou outra data próxima tem servido para isso mesmo. A localidade do Burgo em Arouca, foi o local de partida, para o PR do Burgo. Encosta Sul acima, à procura de uma das mais belas vistas sobre o Vale de Arouca, local menos conhecido, que o Vítor nos quis mostrar (Agostinho, Clelia, Isabel, Madalena, Paulo J., Paulo C. e Rui). O tempo esteve frio mas com sol, e foi mais um dia agradável entre amigos.

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Montalegre, Sexta-feira 13

  • Numa iniciativa de Isabel Costa, mais de meia centena de participantes deslocaram-se a Montalegre para mais um festival Sexta-feira 13, iniciativa já com alguns anos, e que cada vez mais atrai visitantes de toda o lado.
  • Apesar da noite fresca, o calor humano, vivencia desta festa e a queimada, deixaram os participantes bem quentes. O espectáculo principal desenrolou-se no espaço envolvente ao Castelo de Montalegre, que apesar de grande é sempre pequeno para acolher os milhares de forasteiros, que rumam a esta paragem a cada sexta-feira 13. O Padre fonte esteve presente e na preparação da queimada efectuou a conjura evocando, diabos e bruxas, sapos e cobras, lagartos, pêlos e cornos, males e diabretes e outras coisas mais.
  • O grupo espalhou-se por toda a área escolhendo o palco onde actuava a banda ou o DJ mais do seu agrado. De madrugado era o regresso a casa.
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Linha da Beira Alta

  • Mais uma linha de comboio desactivada, mais uma caminhada. Desta vez, foi na Linha da Beira Alta, no troço que liga Pampilhosa à Figueira da Foz. Num misto de pedestrianismo e geocaching, os do costume (Agostinho Santos, Paulo Costa, Rui Bastos e Vasco Amorim) embarcaram na linha e num primeiro dia foram de Pampilhosa a Cantanhede e de uma segunda vez de Cantanhede a Bebedouro um pouco a Poente de Arazede, já com uma baixa, a dificuldade de caminhar nas travessas e nas pedras deixou alguma mossa no ânimo da equipa. Fica a faltar talvez mais duas etapas para chegar à Figueira da Foz.
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Meo UrbaneTrail Porto

  • O Andar esteve presente com um grupo grande de elementos, Alice Regalado, Adelaide Santos, Teresa Pereira, Olimpia Fernandes, Ana Vieira, José Simões, Paulo Costa, Isabel Costa, Susana Costa, Rui Bastos, Agostinho Santos, Deolinda, Maria Bastos, António Oliveira, Célia Oliveira, Sofia Valente, Clelia Silva, Eulália Nunes e José Manuel, numa caminhada nocturna na cidade do Porto integrada no Meo Urbanetrail Porto.
  • Uma caminhada diferente do habitual, que nos levou a conhecer alguns locais e recantos históricos e paisagísticos, por entre ruas e ruelas, escada e interior de alguns edifícios da cidade, num ambiente nocturno a luz dos candeeiros públicos, onde uma moldura humana de um milhar de pessoas deram uma vida diferente a cidade.

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