• 10 Anos dez fotos Canhão do Poio
  • Onde as pedras têm vida.
  • Não é preciso muito para juntar cerca de 55 pessoas e conduzi-los pelo vale (Canhão) do rio Poio. Só é necessário um trilho e uma paisagem deslumbrante um dia fantástico de sol. O imponente vale do Poio manteve até agora os seus encantos resguardados devido à inacessibilidade e inospitalidade destas paragens, sendo apenas do conhecimento dos pastores e uns poucos aventureiros. Hoje, o trilho é frequentado por caminheiros, praticantes de BTT e escaladores que aproveitam a verticalidade destas paredes param se exercitar.
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  • 10 Anos dez fotos - Passadiço do Paiva
  • O rio Paiva como eu o vi.
  • É difícil encontrar palavras para descrever este rio e o seu complemento: o passadiço do Paiva. Nada mais me ocorre, além de um leque de cores. Uma mistura rica que tem um tom azul-turquesa.
  • A praia do Areinho convidava a um mergulho, ninguém em seu prefeito juízo cedia à tentação de o fazer, correndo o risco de ficar com moleza para fazer o percurso. Aqui o rio corre pachorrento e silencioso, talvez tenha medo de acordar o gigante adormecido, que repousa nas suas margens e com o passar do tempo o seu coração tornou-se empedernido e xistoso. Durante anos o rio foi acariciando a sua fúria e as suas lâminas agressivas foram polidas.
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  • 10 Anos dez fotos - vale encantado Góis
  • Trilho do Vale Encantado
  • O Trilho do Vale encantado é um percurso que sem dúvida vale a pena fazer. Esse foi o meu parecer no final. Góis continua a ser um dos concelhos onde reina o Xisto. Como bem sendo hábito e no seguimento da descoberta das aldeias de xisto pelo ANDAR, este percurso levou-nos a descobrir mais quatro aldeias, não de nome sonante como outras anteriormente visitadas, mas de grande interesse. São aldeias perdidas que se unem aos mais belos cenários, e que as tornam sublimes. O tempo a umas deixou quase no abandono ou mesmo em ruínas, outras ficaram esquecidas durante anos, e agora ganham novo alento e deixa-se seduzir pelo turismo.
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  • 10 Anos dez fotos - Foz d’Égua.
  • Não muito longe de Piódão encontra-se Foz d’Égua na confluência das ribeiras de Chãs com a do Piódão. Lugar paradisíaco. Belo, sem dúvida alguma. Gente abastada tem dado o seu bom gosto ao espaço, povoando de pontes, ricamente elaboradas, ou suspensas com engenho e arte. Subindo a encosta, a aldeia adaptou-se ao terreno. Assim, as ruas são estreitas e pequenas.
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  • 10 Anos dez fotos - Piódão
  • Piódão, a aldeia nascida da pedra.
  • Uma aldeia com a sua história escrita e reescrita nos manuais deixados pelo tempo, que cresce, encravada, vertente acima. Piódão, parece perdida no tempo, apesar de ter todo o conforto, mas, soube manter os costumes, as tradições e as características originais, típicas de montanha. Os edifícios combinavam a austeridade arquitetónica, com a simplicidade. O castanho ocre das paredes é apenas quebrado pelas janelas com caixilhos brancos e azuis. É este pormenor que lhe dá a graciosidade com que Piódão é conhecida dos roteiros turísticos. A Natureza não cede facilmente e para sobreviver, tiveram de desbravar montanhas, elevar socalcos fazer escadarias que os unissem e construir casas, com lousa, xisto, argila e madeira. Era uma vida difícil e dura, de tal forma que por detrás de cada pedra erguida se esconde uma história, muitas vezes escrita com sangue.
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  • 10 Anos dez fotos: Trilho dos Incas
  • Trilho dos Incas para mim um trilho mítico. Os degraus em lajes de xisto, e escondido dos olhares, lembram as semelhanças com Machu Picchu.
  • Numa aliança reciprocamente proveitosa passa de trilho de pastores ao encanto dos caminheiros. Foram rasgados durante séculos por gerações de homens cujos pés tinham sulcado as lajes de pedra e dedicaram a vida ao melhoramento do trilho. Hoje é a herança de um punhado de pastores de idade avançada e que não veem a continuidade da arte como futuro das gerações vindouras. A pastorícia é a única forma de subsistência nestas paragens. Por diversos momentos cruzamo-nos com pastoras que guardavam os seus rebanhos ou vacas de raça Arouquesa.
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  • 10 Anos dez fotos - Monsanto
  • A aldeia mais portuguesa de Portugal
  • Monsanto avista-se na encosta escarpada, designada de o Cabeço de Monsanto (Mons Sanctus). Terra de rara beleza, onde o granito e a força humana desempenham o papel principal. Passados todos estes anos, Monsanto conserva muita da beleza de outrora. Labiríntico, mas acolhedor, este é um lugar que vale realmente a pena conhecer. A aldeia de Monsanto exibe-se, airosa, na íngreme colina. As casas apertadas crescem entre enormes penedos, com minúsculos quintais e hortas separados por muros de pedra e ladeiras talhadas na rocha viva e que se fundem com ela.
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  • 10 Anos dez fotos - aldeia de xisto do Talasnal
  • Uma das aldeias que visitamos foi o Talasnal, que é, desde há muito, a Aldeia do Xisto da Serra da Lousã que tem dado mais visibilidade e carisma ao conjunto. Pela sua dimensão e disposição, mas também pelos muitos pormenores das recuperações das suas casas. As casas decoram-se com os ramos das videiras.
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  • 10 anos dez fotos: Rota de Conímbriga.
  • O meu olhar incrédulo fixava-se, no amontoado de pedras inertes no chão. Estava diante de uma cidade que os romanos renovaram, visto já antes ali existir uma fortificação ou povoação celta, como temos na toponímia de Conímbriga cujo sufixo “briga” é de origem celta. Muitos estudiosos pretendem que a primitiva ocupação humana de seu sítio remonte a um castro de origem Celta da tribo dos Lusitanos.
  • Desde o meu tempo de escola que não visitava Conímbriga e passados tantos anos a minha memória vazia ia-se preenchendo com vagas recordações.

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  • 10 Anos dez fotos – Drave
  • A serra é mágica! Apaixonante! As aldeias perdidas são alguns dos mais belos cenários que se podem observar e são sublimes. E tudo aqui tão perto! Percorrer uma região com a natureza em estado quase selvagem, que o tempo deixou quase ao abandono, mas que foi muito próspera no passado. O nome de Drave está envolto em misticismo, dai ser apelidada de Aldeia Magica. Se há magia não sei, mas o misticismo, existe pelo menos para mim.
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  • 10 anos dez fotos - rota dos Caleiros
  • Este percurso iniciou-se na base do Caramulinho, local onde se atinge o ponto mais alto da Serra com 1070 m, e de onde se pode observar as paisagens mais imponentes da Serra do Caramulo.
  • Paisagem rochosa, quebrada por pastagens de montanha, evidenciando a tradição da pastorícia e trabalho agrícola nestas terras de clima rigoroso, onde o granito sulcado acusa a passagem de carros puxados por animais, e onde até hoje, se respira um ar puro e saudável.
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  • 10 Anos dez fotos - Trilho da Pedra Alçada
  • Um magnífico dia de sol. O dia ideal para caminhar e foi isso que nos levou até a Serra d’Arga.
  • Esta serra já nossa conhecida dos tempos idos, onde já tivemos a oportunidade de realizar aqui o trilho “cabeço do meio-dia”, e que foi de meu agrado. A beleza da paisagem atraiu a nossa atenção de novo e nos fez voltar.
  • Erguendo-se a 825 metros de altitude (Alto do Espinheiro) e repleta de património natural como quedas de água, piscinas naturais, terrenos férteis, a Serra d'Arga é uma das zonas mais harmoniosas do norte de Portugal.
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